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Sismuc realiza seminário sobre Direitos Humanos em Curitiba

Objetivo é informar e combater o preconceito contra LGBTs nos locais de trabalho.

Escrito por: Manoel Ramires • Publicado em: 04/10/2017 - 14:20 • Última modificação: 04/10/2017 - 14:40 Escrito por: Manoel Ramires Publicado em: 04/10/2017 - 14:20 Última modificação: 04/10/2017 - 14:40

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O Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) realiza, em parceria com os movimentos APPAD e Dom da Terra AfroLGBTI, seminário para discutir as violações dos direitos humanos no município, no Paraná e no Brasil. A ideia é colaborar na formação dos participantes na compreensão das recentes violações de direitos e da importância de ampliar o debate sobre política municipal de direitos humanos.

A conversa, que será mediada por Márcio Marins de Jagun, membro do Conselho Municipal de Cultura e representante da APPAD, ocorre em um momento que as conquistas do segmento sofrem graves ameaças. Nacionalmente, o governo federal desmontou a Secretaria de Direitos Humanos e o estadual não lança o Plano de Direitos Humanos. Já em Curitiba, a gestão atual desarticulou a Comissão Municipal de Direitos Humanos, não realizando reuniões em 2017.

O efeito disso é o aumento da violência, perseguição e preconceito contra defensores e a própria população LGBTI. Tem impacto direto na forma como a educação, a segurança, a saúde e a assistência social abordam membros do movimento LGBTI.

Para a coordenadora do Sismuc, Adriana Claudia Kalckmann, em artigo publicado no site da entidade, o desafio é levar a discussão LGBTI – no âmbito dos sindicatos para toda a sociedade, e resistir em todas as frentes para acabar com as discriminações e desigualdades. “No serviço público, se faz imprescindível levantar o número de trabalhadores LGBTI que sofrem assédio. A homofobia está inserida no local de trabalho, como na sociedade e não podemos nos calar, nem tão pouco permitir que esta luta continue sendo árdua e solitária. Precisamos nos solidarizar e mostrar que ninguém precisa sofrer em silêncio”, alerta.

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Título: Sismuc realiza seminário sobre Direitos Humanos em Curitiba, Conteúdo: O Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) realiza, em parceria com os movimentos APPAD e Dom da Terra AfroLGBTI, seminário para discutir as violações dos direitos humanos no município, no Paraná e no Brasil. A ideia é colaborar na formação dos participantes na compreensão das recentes violações de direitos e da importância de ampliar o debate sobre política municipal de direitos humanos. A conversa, que será mediada por Márcio Marins de Jagun, membro do Conselho Municipal de Cultura e representante da APPAD, ocorre em um momento que as conquistas do segmento sofrem graves ameaças. Nacionalmente, o governo federal desmontou a Secretaria de Direitos Humanos e o estadual não lança o Plano de Direitos Humanos. Já em Curitiba, a gestão atual desarticulou a Comissão Municipal de Direitos Humanos, não realizando reuniões em 2017. O efeito disso é o aumento da violência, perseguição e preconceito contra defensores e a própria população LGBTI. Tem impacto direto na forma como a educação, a segurança, a saúde e a assistência social abordam membros do movimento LGBTI. Para a coordenadora do Sismuc, Adriana Claudia Kalckmann, em artigo publicado no site da entidade, o desafio é levar a discussão LGBTI – no âmbito dos sindicatos para toda a sociedade, e resistir em todas as frentes para acabar com as discriminações e desigualdades. “No serviço público, se faz imprescindível levantar o número de trabalhadores LGBTI que sofrem assédio. A homofobia está inserida no local de trabalho, como na sociedade e não podemos nos calar, nem tão pouco permitir que esta luta continue sendo árdua e solitária. Precisamos nos solidarizar e mostrar que ninguém precisa sofrer em silêncio”, alerta. Veja Mais: A visível invisibilidade LGBTI



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