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Roda de conversa marca Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha

A previsão de encerramento é logo mais às 17 horas, quando as participantes do evento na C

Escrito por: CUT • Publicado em: 25/07/2016 - 15:39 • Última modificação: 25/07/2016 - 17:32 Escrito por: CUT Publicado em: 25/07/2016 - 15:39 Última modificação: 25/07/2016 - 17:32

. Dia Nacional da Rainha Tereza de Benguela é celebrado em 25 de julho desde 2014

Começou no início da tarde desta segunda-feira (25), a roda de conversa em celebração ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, na Central única dos Trabalhadpores (CUT), em São Paulo. A atividade é organiza pelas secretarias de Combate ao Racismo, de Cultura, da Mulher Trabalhadora da CUT Nacional e da CUT São Paulo. Poesia, música e outras intervenções culturais integram a programação.

"O Dia 25 para nós mulheres negras é muito representativo. É um marco da resistência e de visibilidade diante da exploração do trabalho, dos altíssimos índices da violência doméstica contra as mulheres, especialmente das mulheres negras, contra o sexismo e todas as variantes do racismo. A CUT, com a sua trajetória de luta nos seus 30 anos de política de gênero, organiza esta atividade também no âmbito da Década Internacional dos Afrodescendentes”, explica Maria Júlia Reis, secretária Nacional de Combate ao Racismo da CUT.

Além de ser um espaço de reflexão e Memória, a atividade abordada vários temas relevantes pra vida da mulher negra, como comenta Junéia Batista, Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT.

“É importante buscar saber onde estão as mulheres negras, qual o espaço ocupam nos meios de comunicação, qual seu protagonismo na política e a maneira que se inserem no mercado de trabalho daí a importância de realizar uma atividade como essa”,  diz.

A atividade fará parte das ações da CUT na Década Internacional dos Afrodescendentes e dos 30 anos de Política de Gênero na maior central sindical do país (1986-2016). A previsão de encerramento é logo mais às 17 horas, quando as participantes do evento na CUT seguem até a  Praça Roosevelt para se integrar à Marcha das Mulheres Negras. 

Sobre Tereza de Benguela

A heroína Tereza de Benguela, ou “Rainha Tereza”, é um ícone da resistência negra no Brasil Colonial. Nascida no século XVIII, ela chefiou o Quilombo do Piolho ou Quariterê, nos arredores de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso.

Comandada por Tereza de Benguela, a comunidade cresceu militar e economicamente, resistindo por quase duas décadas, o que incomodava o governo escravista. Após ataques das autoridades ao local, Benguela foi presa e se suicidou após se recusar a viver sob o regime de escravidão.

Sobre a data

A data foi instituída por meio da Lei nº 12.987/2014, sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff,  e entrou em vigor no dia 2 de junho de 2014. A inspiração vem do Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, marco internacional da luta e da resistência da mulher negra, criado em 25 de julho de 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na República Dominicana.

Leia também: Contra o racismo e o machismo, mulheres negras vão às ruas nesta segunda em SP

* Com informações da Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora

Título: Roda de conversa marca Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, Conteúdo: Começou no início da tarde desta segunda-feira (25), a roda de conversa em celebração ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, na Central única dos Trabalhadpores (CUT), em São Paulo. A atividade é organiza pelas secretarias de Combate ao Racismo, de Cultura, da Mulher Trabalhadora da CUT Nacional e da CUT São Paulo. Poesia, música e outras intervenções culturais integram a programação. O Dia 25 para nós mulheres negras é muito representativo. É um marco da resistência e de visibilidade diante da exploração do trabalho, dos altíssimos índices da violência doméstica contra as mulheres, especialmente das mulheres negras, contra o sexismo e todas as variantes do racismo. A CUT, com a sua trajetória de luta nos seus 30 anos de política de gênero, organiza esta atividade também no âmbito da Década Internacional dos Afrodescendentes”, explica Maria Júlia Reis, secretária Nacional de Combate ao Racismo da CUT. Além de ser um espaço de reflexão e Memória, a atividade abordada vários temas relevantes pra vida da mulher negra, como comenta Junéia Batista, Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT. “É importante buscar saber onde estão as mulheres negras, qual o espaço ocupam nos meios de comunicação, qual seu protagonismo na política e a maneira que se inserem no mercado de trabalho daí a importância de realizar uma atividade como essa”,  diz. A atividade fará parte das ações da CUT na Década Internacional dos Afrodescendentes e dos 30 anos de Política de Gênero na maior central sindical do país (1986-2016). A previsão de encerramento é logo mais às 17 horas, quando as participantes do evento na CUT seguem até a  Praça Roosevelt para se integrar à Marcha das Mulheres Negras.  Sobre Tereza de Benguela A heroína Tereza de Benguela, ou “Rainha Tereza”, é um ícone da resistência negra no Brasil Colonial. Nascida no século XVIII, ela chefiou o Quilombo do Piolho ou Quariterê, nos arredores de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso. Comandada por Tereza de Benguela, a comunidade cresceu militar e economicamente, resistindo por quase duas décadas, o que incomodava o governo escravista. Após ataques das autoridades ao local, Benguela foi presa e se suicidou após se recusar a viver sob o regime de escravidão. Sobre a data A data foi instituída por meio da Lei nº 12.987/2014, sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff,  e entrou em vigor no dia 2 de junho de 2014. A inspiração vem do Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, marco internacional da luta e da resistência da mulher negra, criado em 25 de julho de 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na República Dominicana. Leia também: Contra o racismo e o machismo, mulheres negras vão às ruas nesta segunda em SP * Com informações da Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora



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