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O caos pode estar criado em Chapecó!

Em artigo, diretor da Confetam, Lizeu Mazzioni, afirma que prefeito João Rodrigues perdeu tempo preparando as aulas presenciais, que agora estão inviabilizadas, e não preparou nada das aulas online

Escrito por: Lizeu Mazzioni • Publicado em: 15/02/2021 - 16:38 • Última modificação: 15/02/2021 - 17:13 Escrito por: Lizeu Mazzioni Publicado em: 15/02/2021 - 16:38 Última modificação: 15/02/2021 - 17:13

. Lizeu Mazzioni é presidente da Federação dos Servidores Municipais de SC

O negacionismo bolsonarista do  João Rodrigues ganhou a eleição e achou que a pandemia seria vencida no
 grito. 

Qualquer um com um mínimo de senso científico já previa que a pandemia estava se agravando e que a política deveria ser de distanciamento social (físico) e conscientização do povo para a contribuição de cada um e o engajamento coletivo no  enfrentamento e controle da  pandemia.

O trabalho do prefeito com o peso do seu poder institucional foi de promover o individualismo e o negacionismo.

O caso da Secretaria da Educação foi um exemplo disso. 

Passou a semana promovendo a aglomeração dos professores, dos trabalhadores das escolas e CEIMs, dos pais e estudantes, em muitos lugares.

Perdeu uma semana de trabalho com a preparação das aulas presenciais que agora estão inviabilizadas e não preparou  nada das aulas online que agora  vai ser a realidade.

Também, como foi a gestão anterior, não fez nada para a inclusão digital dos alunos  que estão excluídos e que mesmo depois da pandemia não haverá educação para todos e de qualidade sem a igualdade de oportunidades também no acesso e uso  das tecnologias digitais. 

Ao invés de liderar, dialogar e unir Chapecó para superar a pandemia, o prefeito João Rodrigues, com seu negacionismo e autoritarismo,  jogou Chapecó nessa difícil realidade que estamos vivendo, com a pandemia crescendo e o povo sem rumo.

E ninguém sabe aonde vamos parar.

A organização de protesto por aulas presenciais no pico mais alto da pandemia explica muito a realidade que o prefeito João Rodrigues levou Chapecó.

E agora João?

 

Lizeu Mazzioni é presidente da Federação dos Servidores Municipais de Santa Catarina (Fetram/SC) e diretor da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT)

Título: O caos pode estar criado em Chapecó!, Conteúdo: O negacionismo bolsonarista do  João Rodrigues ganhou a eleição e achou que a pandemia seria vencida no  grito.  Qualquer um com um mínimo de senso científico já previa que a pandemia estava se agravando e que a política deveria ser de distanciamento social (físico) e conscientização do povo para a contribuição de cada um e o engajamento coletivo no  enfrentamento e controle da  pandemia. O trabalho do prefeito com o peso do seu poder institucional foi de promover o individualismo e o negacionismo. O caso da Secretaria da Educação foi um exemplo disso.  Passou a semana promovendo a aglomeração dos professores, dos trabalhadores das escolas e CEIMs, dos pais e estudantes, em muitos lugares. Perdeu uma semana de trabalho com a preparação das aulas presenciais que agora estão inviabilizadas e não preparou  nada das aulas online que agora  vai ser a realidade. Também, como foi a gestão anterior, não fez nada para a inclusão digital dos alunos  que estão excluídos e que mesmo depois da pandemia não haverá educação para todos e de qualidade sem a igualdade de oportunidades também no acesso e uso  das tecnologias digitais.  Ao invés de liderar, dialogar e unir Chapecó para superar a pandemia, o prefeito João Rodrigues, com seu negacionismo e autoritarismo,  jogou Chapecó nessa difícil realidade que estamos vivendo, com a pandemia crescendo e o povo sem rumo. E ninguém sabe aonde vamos parar. A organização de protesto por aulas presenciais no pico mais alto da pandemia explica muito a realidade que o prefeito João Rodrigues levou Chapecó. E agora João?   Lizeu Mazzioni é presidente da Federação dos Servidores Municipais de Santa Catarina (Fetram/SC) e diretor da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT)



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