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MPT dá 10 dias para Guimarães e CEF se manifestarem sobre denúncias

O Ministério Público do Trabalho (MPT) notificou e deu o prazo de dez dias para que o ex-presidente da Caixa. Pedro Guimarães, e o banco estatal se manifestem sobre as denúncias de assédio sexual.

Escrito por: Thiago Marinho • Publicado em: 30/06/2022 - 09:42 Escrito por: Thiago Marinho Publicado em: 30/06/2022 - 09:42

Divulgação

O Ministério Público do Trabalho (MPT) notificou e deu o prazo de dez dias para que o ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o banco estatal se manifestem sobre as denúncias de assédio sexual feito por funcionárias contra Guimarães.

O ex-chefe do banco, que foi indicado ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2019, pediu demissão nessa quarta-feira (29) e negou as acusações.

A exoneração, a pedido, foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que já nomeou Daniella Marques, ex-secretária especial do ministro da Economia Paulo Guedes para substituir Guimarães.

Os dois despachos endereçados a Guimarães e à Caixa são assinados pelo procurador do Trabalho do Distrito Federal Rafael Mondego Figueiredo. A primeira notificação exige que ambos citados apresentem "manifestação sobre a denúncia" e "informem o número do celular e/ou endereço eletrônico para o envio das notificações do MPT".

Na noite dessa quarta, a Caixa admitiu, em nota, que recebeu denúncias contra o economista Pedro Guimarães. "A Caixa repudia qualquer tipo de assédio e informa que recebeu, por meio do seu canal de denúncias, relato de casos desta natureza na instituição.

A investigação corre em sigilo, no âmbito da Corregedoria, motivo pelo qual não era de conhecimento das outras áreas do banco", declarou o banco. Além do MPT (Ministério Público do Trabalho) do Distrito Federal, o MPF (Ministério Público Federal) e o TCU (Tribunal de Contas da União) também abriram investigações para apurar as denúncias.

 

Título: MPT dá 10 dias para Guimarães e CEF se manifestarem sobre denúncias, Conteúdo: O Ministério Público do Trabalho (MPT) notificou e deu o prazo de dez dias para que o ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o banco estatal se manifestem sobre as denúncias de assédio sexual feito por funcionárias contra Guimarães. O ex-chefe do banco, que foi indicado ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2019, pediu demissão nessa quarta-feira (29) e negou as acusações. A exoneração, a pedido, foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que já nomeou Daniella Marques, ex-secretária especial do ministro da Economia Paulo Guedes para substituir Guimarães. Os dois despachos endereçados a Guimarães e à Caixa são assinados pelo procurador do Trabalho do Distrito Federal Rafael Mondego Figueiredo. A primeira notificação exige que ambos citados apresentem manifestação sobre a denúncia e informem o número do celular e/ou endereço eletrônico para o envio das notificações do MPT. Na noite dessa quarta, a Caixa admitiu, em nota, que recebeu denúncias contra o economista Pedro Guimarães. A Caixa repudia qualquer tipo de assédio e informa que recebeu, por meio do seu canal de denúncias, relato de casos desta natureza na instituição. A investigação corre em sigilo, no âmbito da Corregedoria, motivo pelo qual não era de conhecimento das outras áreas do banco, declarou o banco. Além do MPT (Ministério Público do Trabalho) do Distrito Federal, o MPF (Ministério Público Federal) e o TCU (Tribunal de Contas da União) também abriram investigações para apurar as denúncias.  



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