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Justiça afasta prefeito de Luziânia após denúncia de importunação sexual a servidora

Caso reforça importância da estabilidade no emprego para servidores públicos concursados.

Escrito por: Vitor Santana, G1 GO • Publicado em: 21/02/2020 - 16:25 • Última modificação: 21/02/2020 - 17:04 Escrito por: Vitor Santana, G1 GO Publicado em: 21/02/2020 - 16:25 Última modificação: 21/02/2020 - 17:04

. Vice Edna Silveira tomou posse por decisão judicial. Prefeito Cristóvão Tormin está foragido

A Justiça afastou o prefeito de Luziânia (GO), Cristóvão Vaz Tormin (PSD), das funções públicas por 120 dias. Durante esse período, a vice-prefeita, Edna Aparecida Alves da Silveira, vai assumir o cargo. Ele foi denunciado por importunação sexual contra uma servidora do município.

A decisão foi expedida no dia 19 de fevereiro, mas cumprida nesta sexta-feira (21), por volta de 9h. A prefeita interina decretou ponto facultativo para que pudesse se inteirar da situação. Ela conta que foi pega de surpresa com a decisão judicial.

No documento consta que, durante o afastamento, o prefeito afastado continuará recebendo o salário normalmente.

Prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin é investigado por crimes sexuais — Foto: Reprodução

Prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin é investigado por crimes sexuais — Foto: Reprodução

Assédio

Várias mulheres denunciaram assédios sofridos pelo prefeito. Uma delas disse que foi vítima em três situações diferentes, sempre quando tentava discutir uma gratificação com o político.

Em sua denúncia, a servidora disse que o primeiro caso aconteceu em 2016. Na ocasião, narra que entrou em seu gabinete para discutir sobre uma gratificação quando o prefeito "abraçou-a e beijou-a na boca, tocou em seus seios".

Já em 2017, após procurar Tormin pelo mesmo motivo, alegou que ele trancou as portas e "segurou-a e abraçou-a para beijá-la, dizendo "se você sair comigo eu te dou a gratificação". No entanto, a mulher alega que recusou as investidas.

Dirigente destaca importância da estabilidade 

De acordo dirigente municipal CUTista Olízia Alves, o prefeito Cristóvão Tormin está foragido. A sindicalista avalia que o caso reforça ainda mais a importância da estabilidade no emprego para os servidores e servidoras públicas concursadas. 

Olízia acredita que se não houvesse estabilidade e as vítimas denunciassem a violência sexual poderiam ter sido retaliadas com demissão. "Taí a importância de servidores e servidoras públicas concursadas. Parabéns às servidoras assediadas (que tiveram coragem de denunciar)". 

Edição Déborah Lima

Título: Justiça afasta prefeito de Luziânia após denúncia de importunação sexual a servidora, Conteúdo: A Justiça afastou o prefeito de Luziânia (GO), Cristóvão Vaz Tormin (PSD), das funções públicas por 120 dias. Durante esse período, a vice-prefeita, Edna Aparecida Alves da Silveira, vai assumir o cargo. Ele foi denunciado por importunação sexual contra uma servidora do município. A decisão foi expedida no dia 19 de fevereiro, mas cumprida nesta sexta-feira (21), por volta de 9h. A prefeita interina decretou ponto facultativo para que pudesse se inteirar da situação. Ela conta que foi pega de surpresa com a decisão judicial. No documento consta que, durante o afastamento, o prefeito afastado continuará recebendo o salário normalmente. Prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin é investigado por crimes sexuais — Foto: Reprodução Assédio Várias mulheres denunciaram assédios sofridos pelo prefeito. Uma delas disse que foi vítima em três situações diferentes, sempre quando tentava discutir uma gratificação com o político. Em sua denúncia, a servidora disse que o primeiro caso aconteceu em 2016. Na ocasião, narra que entrou em seu gabinete para discutir sobre uma gratificação quando o prefeito abraçou-a e beijou-a na boca, tocou em seus seios. Já em 2017, após procurar Tormin pelo mesmo motivo, alegou que ele trancou as portas e segurou-a e abraçou-a para beijá-la, dizendo se você sair comigo eu te dou a gratificação. No entanto, a mulher alega que recusou as investidas. Dirigente destaca importância da estabilidade  De acordo dirigente municipal CUTista Olízia Alves, o prefeito Cristóvão Tormin está foragido. A sindicalista avalia que o caso reforça ainda mais a importância da estabilidade no emprego para os servidores e servidoras públicas concursadas.  Olízia acredita que se não houvesse estabilidade e as vítimas denunciassem a violência sexual poderiam ter sido retaliadas com demissão. Taí a importância de servidores e servidoras públicas concursadas. Parabéns às servidoras assediadas (que tiveram coragem de denunciar).  Edição Déborah Lima



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