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Fim dos direitos trabalhistas chega a galope e será votado na quarta (19)

CUT Brasília convoca protesto na Esplanada dos Ministérios para impedir a aprovação do projeto

Escrito por: CUT Brasília • Publicado em: 17/04/2017 - 15:35 • Última modificação: 20/04/2017 - 17:07 Escrito por: CUT Brasília Publicado em: 17/04/2017 - 15:35 Última modificação: 20/04/2017 - 17:07

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Após um ano do golpe parlamentar que afastou Dilma Rousseff da presidência da República, vemos a continuidade desse ataque que não foi perpetrado contra um partido político apenas, mas sim, contra todo o povo brasileiro.

Muito se tem falado da reforma da Previdência, mas, correndo por fora, a TEMERosa reforma trabalhista (PL 6787/2016) acabou cruzando a linha de chegada e será votada nesta quarta-feira (19).

Chamar o Projeto de Lei 6787 de ‘pacote de maldades’ desmerece a quantidade de absurdos nele contidos. Não se trata de perversidade apenas, mas de uma exacerbada necessidade neoliberal de enterrar, para sempre, toda a trajetória de lutas e conquistas da classe trabalhadora brasileira, sem deixar vestígio algum.

O golpista Michel Temer quer mesmo acabar com todas as garantias do trabalhador e trabalhadora do Brasil, por isso, sua proposta devasta as leis de proteção ao operário garantidas na Consolidação das Leis trabalhistas (CLT) e na Constituição Federal. Ele verdadeiramente joga a CLT, a legislação trabalhista e nossa Constituição no lixo.

Caso aprovada, a reforma dá poder aos patrões de imporem claúsulas em acordos coletivos que retiram direitos garantidos nas leis brasileiras, permitindo, por exemplo, a jornada de trabalho de 12 horas diárias. Também não será mais obrigatório conceder, ao menos, uma hora de almoço aos empregados, nem as férias de 30 dias e, noutro ponto absurdo, a medida libera que mulheres grávidas e em período de amamentação possam trabalhar em locais insalubres, o que é proibido pela legislação atual.

Trocando em miúdos, com o PL 6787/2016, regredimos mais de um século até os horrendos tempos da escravidão, onde, aos trabalhadores e trabalhadoras, só restava cumprir ordens e se submeter a todo tipo de exploração.

Para impedir que esse famigerado projeto seja aprovado, a CUT Brasília convoca todos seus sindicatos filiados, trabalhadores, movimentos sociais e estudantis, para se contraporem a esse que é o maior ataque já mensurado contra os direitos trabalhistas. Estejamos juntos, na próxima quarta (19), às 14h, no Espaço do Servidor para dizer NÃO a mais esse grande golpe.

SERVIÇO
“Todos contra o Fim dos direitos trabalhistas”
Quando: dia 19 de abril (dia da votação), às 14h
Onde: concentração no Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios

Título: Fim dos direitos trabalhistas chega a galope e será votado na quarta (19), Conteúdo: Após um ano do golpe parlamentar que afastou Dilma Rousseff da presidência da República, vemos a continuidade desse ataque que não foi perpetrado contra um partido político apenas, mas sim, contra todo o povo brasileiro. Muito se tem falado da reforma da Previdência, mas, correndo por fora, a TEMERosa reforma trabalhista (PL 6787/2016) acabou cruzando a linha de chegada e será votada nesta quarta-feira (19). Chamar o Projeto de Lei 6787 de ‘pacote de maldades’ desmerece a quantidade de absurdos nele contidos. Não se trata de perversidade apenas, mas de uma exacerbada necessidade neoliberal de enterrar, para sempre, toda a trajetória de lutas e conquistas da classe trabalhadora brasileira, sem deixar vestígio algum. O golpista Michel Temer quer mesmo acabar com todas as garantias do trabalhador e trabalhadora do Brasil, por isso, sua proposta devasta as leis de proteção ao operário garantidas na Consolidação das Leis trabalhistas (CLT) e na Constituição Federal. Ele verdadeiramente joga a CLT, a legislação trabalhista e nossa Constituição no lixo. Caso aprovada, a reforma dá poder aos patrões de imporem claúsulas em acordos coletivos que retiram direitos garantidos nas leis brasileiras, permitindo, por exemplo, a jornada de trabalho de 12 horas diárias. Também não será mais obrigatório conceder, ao menos, uma hora de almoço aos empregados, nem as férias de 30 dias e, noutro ponto absurdo, a medida libera que mulheres grávidas e em período de amamentação possam trabalhar em locais insalubres, o que é proibido pela legislação atual. Trocando em miúdos, com o PL 6787/2016, regredimos mais de um século até os horrendos tempos da escravidão, onde, aos trabalhadores e trabalhadoras, só restava cumprir ordens e se submeter a todo tipo de exploração. Para impedir que esse famigerado projeto seja aprovado, a CUT Brasília convoca todos seus sindicatos filiados, trabalhadores, movimentos sociais e estudantis, para se contraporem a esse que é o maior ataque já mensurado contra os direitos trabalhistas. Estejamos juntos, na próxima quarta (19), às 14h, no Espaço do Servidor para dizer NÃO a mais esse grande golpe. SERVIÇO “Todos contra o Fim dos direitos trabalhistas” Quando: dia 19 de abril (dia da votação), às 14h Onde: concentração no Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios



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